Lançamentos Chiado Editora

Título: Sobre o Tempo que Passa

Autora: José Adelino Maltez

Colecção: Prazeres Poéticos

Género: Poesia

Páginas:140

PVP: 12€

 

Título: 24 Anos Depois

Autor: Anabela Spranger

Colecção: Viagens na Ficção

Género: Ficção

Páginas:226

PVP:15€

Published in: on Abril 10, 2011 at 19:19  Deixe um Comentário  
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Lançamento « O Anjo Branco» de José Rodrigues dos Santos

Hoje nas livrarias o novo Romance de José Rodrigues dos Santos. Edição Gradiva.

O protagonista deste oitavo romance de Rodrigues dos Santos chama-se José Branco, um médico que foi viver para Moçambique na década de 1960 e que, perante as enormes carências sanitárias do país, criou o revolucionário Serviço Médico Aéreo, deslocando-se num pequeno avião, o que lhe valeu o epíteto de “anjo branco”, por descer do céu vestido de branco.

“Inspirei-me no meu pai: o romance conta a história de um médico que é punido pela administração colonial e enviado para Tete, um sítio perdido no coração de África conhecido por ‘o cemitério dos brancos’”, disse o autor em entrevista à Lusa.

LANÇAMENTO NACIONAL
seguido de sessão de autógrafos e cocktail

23 de Outubro, 17 horas
Sociedade de Geografia de Lisboa
Rua das Portas de Santo Antão, 100 (ao lado do Coliseu)

Apresentação de Joaquim Furtado
Published in: on Outubro 22, 2010 at 8:07  Deixe um Comentário  
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O Lançamento no Porto de “Doutor Avalanche”

O lançamento no Porto de “Doutor Avalanche” terá lugar na Fnac do NorteShopping, sábado, dia 23 de Outubro, pelas 18h30.
A apresentação do livro será feita por Rui Reininho.

Published in: on Outubro 20, 2010 at 18:23  Deixe um Comentário  
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Quetzal Lança Novo Livro de Bolaño

«A Literatura Nazi nas Américas» é o novo livro de Roberto Bolaño, autor de «2666», por exemplo, que a Quetzal vai editar entre nós, já neste mês de Outubro.

«´A Literatura Nazi nas Américas´ é uma enciclopédia ficcional composta de pequenas biografias de autores pan-americanos imaginários. Estes personagens literários são retratados no interior de uma galeria de medíocres alienados, homens solitários e abandonados pela História, nascisistas, leitores e autores talentosos, criminosos, mas também snobes com sonhos de grandeza e capazes de gestos que os distinguem da banalidade do mal. E, a verdade, ainda que inventados, estes escritores são personagens de histórias, essas sim reais, de grandes nomes da literatura das Américas. Um livro que antecipa, na época, o enorme talento do autor de ´2666´»

Published in: on Outubro 19, 2010 at 9:00  Deixe um Comentário  
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BOOKSMILE – Lançamentos em Outubro‏

As aulas nas creches, infantários e primária já começaram é altura de animar a pequenada com livros bem divertidos, interactivos e didácticos. 
E a BOOKSMILE tem três propostas originais, coloridas e bem animadas.

  • Tem Calma, Boris! (2+) é o primeiro título da colecção Livros-Fantoche lançada pela Booksmile, e estará à venda a partir de dia 21 de Outubro. 

Trata-se de uma colecção de livros ilustrados com histórias bem divertidas e um fantoche em tamanho real integrado no livro. Os mais pequenos vão ficar deliciados e ansiosos por interagir com o amoroso e felpudo Boris, e não o vão querer largar!  

A autora, Sam Lloyd, já conquistou prestigiantes prémios de ilustração, incluindo o Sainsbury’s Baby Book Award em 2003 e o Booktrust Pre–School Award em 2006.

  • Quá-Quá e os Opostos e Quá-Quá Descobre a Natureza: Depois da publicação dos dois títulos de laçamento da colecção Primeiras Aprendizagens, “Quá-Quá Aprende a Contar” e “Quá-Quá Adora as Cores”, ambos em 2.ª edição, o amoroso Quá-Quá e os seus quatro irmãos têm coisas novas e muito giras para ensinar aos pequenos (2+). 

Os irmãos Quá-Quá, Patacolas, Patachim, Patati e Patucha são patinhos curiosos pelo meio que os rodeia e sempre ansiosos por aprender. Vão continuar a    ensinar os mais pequeninos as cores e a contar e agora vão também ajudar a distinguir os opostos e a descobrir a Natureza. 

  • Desenrola a Múmia! (7+): Depois do lançamento de Esses Ossos, o primeiro título da colecção À Altura lançada pela Booksmile – livros em 3 dimensões, desdobráveis e com pop-ups, que oferecem conhecimento aos mais novos de uma forma inovadora, chega agora uma múmia de um metro e meio que, prometemos, não vai assustar ninguém, nem mesmo quando o seu filho decidir pendurá-la na parede do quarto.
Published in: on Outubro 18, 2010 at 14:42  Comentários (1)  
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Lançamento do Livro Retórica e Teatro

   

O livro “Retórica e Teatro – A Palavra em acção”, editado pela U.Porto editorial, vai ser lançado no próximo dia 19 de Outubro, pelas 18h00, na Fnac de Santa Catarina. A apresentação da obra será feita por Maria de Lurdes Correia Fernandes, Professora Catedrática do Departamento de Estudos Portugueses e Estudos Românicos da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

A obra foi organizada por Belmiro Fernandes Pereira e Marta Várzeas, professores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que reuniram neste volume um conjunto de colaborações de especialistas nacionais e estrangeiros que relacionam retórica e teatro, procurando evidenciar as afinidades que fizeram destas artes um poderoso instrumento de reflexão sobre a comunicação humana e a criação literária.

Published in: on Outubro 11, 2010 at 22:51  Deixe um Comentário  
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O Fogo de Istambul, de Jason Goodwin

A Porto Editora publica, a 14 de Outubro, o primeiro volume de uma trilogia que está a acolher um enorme sucesso em todo o Mundo, «O Fogo de Istambul», de Jason Goodwin, considerado pelo New York Times «o thriller histórico perfeito».

«Estamos em 1836. A Europa modernizou-se e o Império Otomano tem de lhe seguir os passos. No entanto, poucos dias antes de o sultão Mahmud II proclamar um édito reformista, uma vaga de crimes macabros ameaça romper o frágil equilíbrio do poder na corte. Quem estará por detrás destas mortes? Todos os indícios apontam para os janízaros, a antiga elite do exército otomano.
Apenas um homem da inteira confiança do sultão poderá descobrir o enigma: esse homem é Yashim Togalu. Investigador insólito, amante de culinária e de romances franceses, possui a extraordinária capacidade de passar despercebido e ter acesso a todas as zonas do palácio, incluindo o harém do sultão. Conseguirá ele travar a conspiração que ameaça destruir o império?»

Published in: on Outubro 9, 2010 at 21:47  Deixe um Comentário  
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Sunset Park, de Paul Auster

«Sunset Park», de Paul Auster, é uma das apostas da ASA para Outubro.

«Durante os meses sombrios do colapso económico de 2008, quatro jovens ocupam ilegalmente uma casa abandonada em Sunset Park, um bairro perigoso de Brooklyn. Bing, o cabecilha, toca bateria e dirige o Hospital das Coisas Escangalhadas, onde conserta relíquias de um passado mais próspero. Ellen, uma artista melancólica, é assaltada por visões eróticas. Alice está a fazer uma tese sobre a forma como a cultura popular encarava o sexo no pós-guerra. Miles vive consumido por uma culpa que o leva a cortar todos os laços familiares. Em comum têm a busca por coerência, beleza e contacto humano. São quatro vidas que Paul Auster entrelaça em tantas outras para criar uma complexa teia de relações humanas, num romance sobre a América contemporânea e os seus fantasmas»

Published in: on Setembro 22, 2010 at 19:05  Deixe um Comentário  
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Lançamento, Minha Mãe Vou Já, de Margarida Faro

Published in: on Setembro 20, 2010 at 0:04  Deixe um Comentário  
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Sôbolos Rios Que Vão, de António Lobo Antunes

Em Outubro nas livraria. Edição D. Quixote

Published in: on Setembro 14, 2010 at 22:08  Deixe um Comentário  
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O Bom Inverno, de João Tordo

O novo livro de João Tordo que tem por titulo O BOM INVERNO vai aparecer nas livrarias com a chancela da D. Quixote precisamente no dia do aniversário do autor, 08 de Agosto.

Published in: on Julho 12, 2010 at 16:17  Deixe um Comentário  
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Casa das Letras Edita Dois Livros de Gore Vidal

«Navegação Ponto por Ponto» e «Washington D.C.», ambos escritos por Gore Vidal (o primeiro um livro de memórias), são duas propostas da Casa das Letras para este mês de Junho.

Published in: on Junho 24, 2010 at 7:13  Deixe um Comentário  
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A Quetzal Lança Obras de Eggers, Kadaré e Yates

A Quetzal tem três propostas imperdíveis para este mês de Junho: «Zeitoun», de Dave Eggers, «Um Jantar a Mais», de Ismaïl Kadaré, e «O Desfile de Primavera», de Richard Yates.

Published in: on Junho 22, 2010 at 7:10  Deixe um Comentário  
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Lançamento, Harlekino, de Tessa de Loo

Lançamento a 18 de Junho ás 18:30 na Bertrand do Chiado, com a presença da autora.

Published in: on Junho 11, 2010 at 22:06  Deixe um Comentário  
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Novo Livro de Mia Couto em Pré-Lançamento

Published in: on Junho 11, 2010 at 12:26  Deixe um Comentário  
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Casa das Letras edita livro do vencedor do Prémio Pulitzer

Depois de ganhar o Prémio Pulitzer com «A Liga da Chave Dourada: As Espantosas Aventuras de Kavalier & Clay», Michael Chabon regressa ao Mundo da Aventura com «Cavalheiros da Estrada», editado pela Casa das Letras.

Published in: on Junho 5, 2010 at 22:10  Deixe um Comentário  
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Promessa, de Vergílio Ferreira

«Vergílio Ferreira, tem-se dito nos jornais, deixou o seu espólio preparado para aqueles que vieram estudar a sua obra. Só por isso foi possível encontrar dois inéditos e, entre eles, este romance. Promessa é o seu primeiro romance de ideias, conluído entre Vagão J e Mudança. Em Promessa está já presente o que virá a ser um dos temas fundamentais da obra de Vergílio Ferreira, o herói existencialista: os seus conflitos e dramas interiores, o combate pela liberdade e pela generosidade, o confronto com o racionalismo»

Edição Quetzal

Published in: on Junho 1, 2010 at 16:20  Comentários (2)  
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Alêtheia edita o «Diário dos Vencidos» em Junho

«Diário dos Vencidos – O 5 de Outubro visto pelos Monárquicos», de Joaquim Leitão
«No ano em que se comemora o centenário da instauração da República em Portugal, a Alêtheia Editores publica um importante documento histórico que revela a versão monárquica dos acontecimentos de 5 de Outubro de 1910, escrita por um dos protagonistas do momento, Joaquim Leitão, escritor, historiógrafo e autor de vários volumes sobre os últimos anos da monarquia portuguesa.
O prefácio à edição é assinado por Vasco Pulido Valente, um dos maiores especialistas neste período»

Published in: on Maio 26, 2010 at 23:24  Deixe um Comentário  
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Virgilio Ferreira, A Curva de Uma Vida, Chega Hoje ás Livrarias

É o primeiro livro de Vergílio Ferreira, datado de 1938. Só no ano seguinte sairia ‘O Caminho Fica Longe’, que até agora é dado como o seu primeiro romance. É evidente que se trata de um texto muito mais curto, uma novela, mas nela aparecem já os grandes temas que marcariam a obra de Vergílio Ferreira. Nomeadamente, a ausência do pai, a figura da mãe, a culpa, a busca da identidade”, disse hoje à Lusa o escritor Francisco José Viegas, diretor editorial da Quetzal.

Nesta novela, Vergílio Ferreira (1916-1996) conta a história de uma personagem cuja descoberta de que não é quem pensa ser e das consequências que tal tem na avaliação que faz da mãe o leva a adoptar um comportamento eticamente reprovável: a violação da irmã adolescente do seu melhor amigo do liceu, que entretanto se tornou advogado e que ele contrata para o defender em tribunal, desconhecendo a identidade da rapariga.

“A Curva de Uma Vida” foi descoberta no espólio do escritor – distinguido com o Prémio Camões em 1992 – por uma equipa de investigadores e professores dirigida pelo professor Hélder Godinho, que está a estudá-lo, catalogá-lo e anotá-lo.

A novela, que é agora publicada no âmbito da (re)edição da obra completa de Vergílio Ferreira pela Quetzal, que mantinha já uma relação estreita com a família do autor, “é uma espécie de aperitivo” para “a grande, grande novidade” que a editora tem para anunciar: “existe um romance inédito” que será publicado em Junho, indicou o editor.

“É uma boa novidade para os leitores de Vergílio Ferreira poder contar, primeiro com esta novela, a primeira história do escritor; depois, saber que há um romance inédito que está neste momento preparado para publicação, graças à equipa do professor Hélder Godinho e, neste caso, ao trabalho da professora Fernanda Irene Fonseca”, sublinhou.

Sobre as razões que terão levado à não-publicação desta primeira obra do escritor, o editor referiu que ele “nunca pôs de parte essa hipótese”.

“O facto é que a guardou, a manteve revista e anotada e a salvo. Vergílio Ferreira disse várias vezes que se deve publicar tudo de um autor e nunca se desfez de nenhum dos seus textos, mesmo desses mais antigos, e é isso que nós (Quetzal) fazemos agora”, observou.

Na opinião de Francisco José Viegas, “a publicação de ‘A Curva de Uma Vida’ nunca foi uma das suas prioridades, o que se compreende num autor que tinha escrito ‘Para Sempre’, ‘Na Tua Face’, ‘Até ao Fim’, ‘Aparição’ ou ‘Alegria Breve’, romances que estão na primeira linha do que foi a literatura portuguesa do século XX”.

Published in: on Maio 21, 2010 at 14:55  Deixe um Comentário  
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Lançamentos da Teorema Para Junho

A Teorema apresenta-se com três fortes romances para o mês de Junho, um deles «O Original de Laura», de Vladimir Nabokov, romance inédito escrito pelo escritor russo pouco antes de morrer. Mas também há David Leavitt e Ricardo Paglia.

«O Original de Laura», de Vladimir Nabokov
«O manuscrito inédito do escritor russo, escrito a lápis em 138 fichas de cartolina em 1977, quando estava doente, é editado agora em Portugal. Foi a viúva, Vera, que já salvara Lolita das chamas, que impediu que Laura fosse queimado. O filho Dimitri decidiu, em 2008, publicar esta história de um neurologista brilhante, mas fisicamente pouco atraente, deprimido pela infidelidade da jovem esposa»

«A Cidade Ausente», de Ricardo Paglia
«Do mais importante escritor argentino da actualidade, este romance deu origem a uma ópera representada em Buenos Aires em 1995»

«O Escriturário Indiano», de David Leavitt
«O mais recente romance do escritor norte-americano foi nomeado para o PEN/Faulkner Award em 2008. Ficciona a história verdadeira, da relação entre G.H. Hardy, professor inglês e um dos maiores génios da história da matemática, e S. Ramanujan, um escriturário indiano que era também um matemático genial mas de gestação espontânea, e é passado na Inglaterra de inícios do século passado, no eixo Londres-Oxbridge»

Published in: on Maio 21, 2010 at 7:06  Deixe um Comentário  
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Os Proximos Lançamentos da Planeta

 A Planeta revelou que vai editar em Portugal no próximo dia 20 de Junho o livro «Contra o Vento», de Ángeles Caso, vencedor do Prémio Planeta 2009, um dos mais significativos do país vizinho.

Além de «Contra o Vento», de Ángeles Caso, a Planeta vai editar uma nova obra de Matthew Pearl, autor de «O Clube de Dante» e «A Sombra de Poe». «O Livro Inacabado de Dickens» sai a 4 de Junho.

No mesmo dia teremos o novo romance de Montserrat Rico Góngora, «A Abadia Profanada», de Reyes Monforte, «A Rosa Escondida», o terceiro volume da série juvenil Caçadores de Sombras, «A Cidade de Vidro», e os primeiros títulos da colecção infantil Bat Pat, sobre um morcego que tem medo do escuro.

«A Minha Viagem com Farrah Fawcet», de Alana Stewart, «O Sexo Mais no Feminino», de Sylvia de Béjar, «Flavia de Luce e o Mistério no Bosque de Gibbert», de Alan Bradley, «Desaparecidos», de Michael Grant (mais uma aposta da editora no romance sobrenatural, e três livros sobre o mundo de Patty (série juvenil que passa na SIC) também serão editados no próximo mês.

Published in: on Maio 19, 2010 at 15:29  Deixe um Comentário  
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Mataram o Sidónio!, de Francisco Moita Flores

O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a pneumónica, a mais mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918.
Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as virtualidades da polícia científica.
Os resultados são inesperados e (Morro Bem. Salvem a Pátria?) é um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para a cidade que hoje vivemos. E sendo polémico, é terno, protagonizado por personagens que poucos escritores sabem criar. Considerado um dos mestres da técnica de diálogo, Moita Flores provoca no leitor as mais desencontradas emoções que vão da gargalhada hilariante ao intenso sofrimento. Um romance que vem da História. Uma história única para um belo romance.

Edição Casa das Letras

Published in: on Maio 11, 2010 at 23:22  Deixe um Comentário  
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Corja Maldita, de Pedro Almeida Vieira

Novo romance de Pedro Almeida Vieira com lançamento no dia 13 de Maio

O espaço da Porto Editora na Feira do Livro de Lisboa será o palco da apresentação do novo romance de Pedro Almeida Vieira, com a chancela da Sextante, a sua nova editora.

A sessão de lançamento de «Corja Maldita» realiza-se no dia 13 de Maio, quinta-feira, a partir das 19:00 horas, com apresentação de Helena Vasconcelos, jornalista e crítica literária, e Jorge Couto, historiador e actual director da Biblioteca Nacional.

Em simultâneo, com este novo romance de Pedro Almeida Vieira, a Sextante reedita também «A Mão Esquerda de Deus», originalmente publicado no ano passado pela Dom Quixote, e que foi finalista da última edição do Prémio Literário Casino da Póvoa.

Lançamento 69 Contos Urbanos de Vicios Privados

Published in: on Maio 8, 2010 at 7:32  Deixe um Comentário  
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Apresentação Nacional do Novo Livro de Inês Pedrosa

A Feira do Livro de Tomar vai acolher amanhã a apresentação nacional do novo livro de Inês Pedrosa, “Os íntimos”, que chegará às livrarias só no dia 30 de Abril.

A escritora, e actual directora da Casa Fernando Pessoa, que tem raízes tomarenses, estará na Feira do Livro, na Praça da República, às 17 horas de sábado, 24 de Abril, numa iniciativa da Livraria Nova, onde falará com os leitores acerca da sua obra e particularmente do romance “Os íntimos”, uma visita ao universo masculino em que, ao longo de uma noite, se cruzam memórias com revelações, retratando as vivências e opções de uma geração.

Published in: on Abril 23, 2010 at 14:32  Comentários (1)  
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Poemas Inéditos de Branquinho da Fonseca

Poemas inéditos de Branquinho da Fonseca foram editados, pela primeira vez, através da Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Os poemas, que integrariam o livro “Vento de Longe”, surgem no primeiro volume das obras completas do escritor, que reúne também textos dispersos.

Ler mais no Publico

Published in: on Abril 22, 2010 at 7:02  Deixe um Comentário  
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Germano Almeida Com Novo Livro

Quatro anos depois de “Eva”, Germano Almeida vai ter novo livro publicado no mês de Junho, onde retoma personagens da obra anterior.
 ”Posso dizer que é uma continuação das mesmas personagens de “Eva”, mas tenho alguma dificuldade em falar do tema dos meus livros. Prefiro que esperem para ler”

Ler mais no DN

Published in: on Abril 21, 2010 at 18:00  Deixe um Comentário  
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José Jorge Letria Em Romance Histórico

No ano em que se comemora o centenário da República, José Jorge Letria surge nas livrarias nacionais em Edição da Planeta com nova obra que tem Portugal como palco e os anos da República como ponto de partida.

 O Vermelho e o Verde é um intenso fresco narrativo cuja acção decorre entre 1 de Fevereiro de 1908, dia do regicídio, e o fim do Verão de 1918, ano da gripe espanhola, do fim da Primeira Guerra Mundial e do assassinato de Sidónio Pais, na Estação do Rossio. Neste romance confrontam-se ideias e personalidades, afectos e memórias, sonhos e desaires, republicanos e monárquicos, pais e filhos, e ainda modos distintos e conflituantes de pensar Portugal.

 Elegendo como protagonista um jovem civil que combate na Rotunda ao lado de Machado Santos e que mais tarde será ferido na Flandres, integrado no Corpo Expedicionário Português, José Jorge Letria fornece ao leitor uma visão emotiva e dramática de uma época em que Portugal rompeu com um passado de séculos.

 As duas cores que se combinam no título do livro, e que são as dominantes na Bandeira Nacional, representam também o confronto entre ideais e afectos, entre seres humanos e as suas visões do mundo. Neste novo romance José Jorge Letria não só revela uma extraordinária mestria narrativa de forte pendor poético mas também a alma incendiária de paixão revolucionária dos protagonistas reais e ficcionais desses anos de sonho, tensão e mudança.

 Sobre José Jorge Letria

 Jornalista nos mais importantes jornais portugueses e escritor com vasta obra publicada em vários domínios, José Jorge Letria nasceu em Cascais em 1951. A sua obra de poesia e ficção narrativa, teatral e infanto-juvenil está traduzida em mais de uma dezena de línguas, tendo sido distinguida com importantes prémios nacionais e internacionais, com destaque para dois Grandes Prémios da APE, dois Prémios Eça de Queirós – Município de Lisboa, o Prémio Internacional UNESCO, o Prémio Aula de Poesia de Barcelona, o Prémio Plural (México) e o Prix International des Arts et des Lettres (Paris).

 Mestre em Relações Internacionais, e autor de programas de rádio e de televisão, exerceu, entre 1994 e 2002, as funções de vereador da Cultura no município da sua terra natal e foi um dos mais destacados nomes da canção política em Portugal, tendo sido agraciado com a Ordem da Liberdade.

 Actualmente é Presidente do Conselho de Administração da Sociedade Portuguesa de Autores e membro do Comité Executivo do Conselho Internacional de Autores Dramáticos, Literários e Audiovisuais.

 Informação Técnica:

152 Páginas │ PVP: 14,40 €

Disponível a partir de 26 de Abril

Published in: on Abril 20, 2010 at 7:55  Deixe um Comentário  
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Pedro Silva Comemora Dez Anos Como Autor

Pedro Silva comemora neste ano de 2010 uma década como autor. Para assinalar o facto, o autor cedeu ao biblioteca imaginária um conto inédito propositadamente escrito para comemorar os dez anos de carreira literária.

Pedro Silva é autor de uma vasta obra publicada não só em Portugal mas tambem no Brasil, Espanha ou Chile. Seguem alguns titulos da sua vasta obra.

“Ordem do Templo: Em Nome da Fé Cristã” (Ulmeiro, Portugal, 2000) Ensaio – “História e Mistérios dos Templários” 2ª Edição Esgotada (Ediouro, Brasil, 2001) Ensaio – “Ku Klux Klan: Pesadelo Branco” (Magno Edições, Portugal, 2003) Ensaio – “Tripla Imparável I: Juventude em Acção” (Magno Edições, Portugal, 2005) Ficção Juvenil – “Templários em Portugal (a verdadeira história)” (Dinalivro/Ícone Editora, Portugal, 2005) Ensaio – “A Lança Sagrada de Hitler” (Universo dos Livros, Brasil, 2008) Ensaio – “O Código da Maçonaria” (Universo dos Livros, Brasil, 2007) Ensaio – “O Nascimento do Reino de Portugal” (Edições Chimpanzé Intelectual, Portugal, 2007) Ilustrações: Filipa Canhestro / Ficção Infantil – “Romance na Net” (Idea Editora, Brasil, 2006) co-autor: Eliete Madureira / Ficção.

Para além disso, o escritor, tem-se dedicado igualmente a colaborar com diversos jornais portugueses, assim como revistas de História em Portugal e Brasil, tais como “História Viva”, “Desvendando a História” ou “Aventuras na História”.

Uma Viagem na época dos Descobrimentos

 Um sonho de criança

- Bartolomeu! Bartolomeu! – grita uma donzela formosa, com pouco mais de trinta anos.

Por todo o lado procurava, mas o seu filho não aparecia em sítio algum.

De repente, um franzino jovem surge. Tinha um olhar simpático. O cabelo despenteado. Mas a sua maneira de ser era delicada:

- Desculpe, mãe. Estava a brincar no riacho.

- Outra vez, Bartolomeu? Mas tu só te sentes bem junto à água?

O jovem, envergonhado, encolhe os ombros e responde:

- Por acaso… sim! – e corre a abraçar a sua mãe.

Estávamos em 1465 e Bartolomeu Dias, nascido em Mirandela, uma belíssima localidade transmontana, dava os primeiros passos na sua futura vida de navegador. Apesar de ter apenas quinze anos, já o seu pai o incentivava a seguir as pisadas de Dinis Dias, seu parente e também famoso navegador.

Mas o nosso Bartolomeu iria ser ainda mais famoso. Porém, nesta altura, ainda o não sabia.

Ao jantar, o seu pai, conhecedor por ser de poucos sorrisos e de poucas falas, dirigiu-se ao filho:

- Bartolomeu, tua mãe contou-me que passaste o dia junto ao riacho. É verdade?

- Sim, pai, é verdade. Perdoe-me. – e o jovem baixou a cabeça, em tom triste.

- Sabes que a vida não é só brincadeira, não sabes?

- Eu sei, meu pai, mas…

- E olha que a nossa vida tem sido de trabalho. Os sonhos são apenas para quando dormimos. A realidade é bem diferente quando estamos acordados. – afirmou o pai de Bartolomeu Dias.

- Desculpe, pai. Mas isto não é um sonho, eu serei mesmo navegador!

O pai não deixou de esboçar um pequeno sorriso. O empenho do seu filho era de louvar. Dentro do seu coração, o pai de Bartolomeu desejava que este conseguisse ser o mais famoso dos navegadores portugueses. Mas também sabia as dificuldades que o filho teria de enfrentar. “Porém, sonhar não custa”, pensava de si para si.

 

Vivendo um sonho

Pouco anos depois, Bartolomeu Dias despediu-se dos pais e rumou a Sul. O destino era a capital de Portugal, Lisboa. Era lá que todos os sonhos seriam possíveis de conquistar. Até então, passara os seus dias numa pequena povoação do interior do país. Nunca vira o mar, mas sonhara com ele todos os dias de sua vida.

Deslocou-se para Lisboa. Ali estudaria matemática e astronomia na Universidade de Lisboa. Mas, ainda antes de começar a estudar, a primeira atitude que teve ao chegar à capital foi deslocar-se à zona de Belém. A razão? Queria ver o local de onde as caravelas partiam rumo ao desconhecido.

“Que local magnífico!”, pensava Bartolomeu, olhando para tanta agitação. Eram marinheiros que se despediam das suas famílias. Eram vendedores que apregoavam os seus produtos. E, por fim, eram crianças que choravam de saudades ao ver a chegada dos seus pais ou que brincavam indiferentes a tudo o mais.

Com tudo isto sonhara o jovem Bartolomeu Dias quando, pouco tempo antes, partira de Mirandela rumo a Lisboa. Na viagem não parara de fazer perguntas a Dinis Dias, o seu parente que ganhara alguma fama ao comando de caravelas. Queria saber tudo: como se preparava uma expedição; quantos marinheiros levava a embarcação; e, mais importante, quando ele poderia participar. A tudo respondia Dinis com a sua calma de sempre. À última pergunta, respondeu-lhe: “na altura certa, chegará o teu momento de embarcar”.

Os estudos passaram a correr. Tudo aprendia a um ritmo louco tal a ânsia de largar terra firme e aventurar-se no alto mar.

Quanto os estudos terminaram, e auxiliado pelo seu familiar Dinis Dias, entrou na corte portuguesa. À sua frente estava D. João II. Assim que o viu, Bartolomeu ajoelhou-se. Era o seu rei que ali se encontrava. Portanto, mandava a educação que lhe fizesse uma vénia.

- Levantai-te. – afirmou o soberano.

- Obrigado, senhor. É uma honra poder estar aqui na tua presença. – disse Bartolomeu.

- O que quereis de mim? – perguntou D. João II, o Príncipe Perfeito.

- Senhor, eu gostaria… – a voz parecia não sair, dada a sua timidez. – Eu gostaria de poder participar na próxima viagem a África.

O rei pensou um pouco e respondeu:

- Pois bem, embarcarás daqui a dois dias, rumo a São Jorge da Mina, a nossa mais importante feitoria.

E assim foi.

Cruzando mares pela primeira vez chegou em 1484 ao local estipulado pelo rei. Ali esteve algum tempo, aperfeiçoando os seus conhecimentos marítimos e aprendendo os costumes locais.

 

A viagem de uma vida

Tão rapidamente ganhou experiência que, dois anos depois, o rei João II confiou-lhe uma importante missão: descobrir o Preste João das Índias. Desde há alguns anos que em Portugal se contava a história da existência de um rei muito rico que vivia na Etiópia. Esse rei, ao contrário dos reis que o rodeavam, era cristão. Portanto, poderia ajudar D. João II na conquista de novos territórios na África e na Ásia.

No entanto, este era o plano secreto.

Oficialmente, Bartolomeu Dias tinha como missão investigar as costas do continente africano. Isto para se tentar perceber se seria possível chegar à Índia por mar.

Nessa altura, em 1486, ninguém acreditava que fosse possível ultrapassar a zona conhecida por Cabo das Tormentas. Este nome havia sido ganho pelo facto de o mar ser muito perigoso e de muitos barcos ali terem desaparecido.

Mas Bartolomeu Dias não tinha medo de nada. Se o rei lhe havia solicitado essa missão, assim seria cumprida.

Na verdade, o navegador, que comandava duas caravelas, não chegou a encontrar qualquer notícia do mítico rei das Índias, o famoso Preste João. Porém, trazia relatos muito entusiasmantes para D. João II.

Chegado à corte, Bartolomeu correu para junto do seu rei e declarou:

- Senhor, é possível dobrar o Cabo das Tormentas. Eu sei!

- Mas como tal será possível, Bartolomeu? – perguntou o monarca.

- Acreditai em mim.

Perante tamanha demonstração de optimismo, o rei decidiu, uma vez mais, confiar no seu navegador. Apesar de todos os projectos concretizados pelos portugueses, a cada momento sentia-se a necessidade de ir um pouco mais além. E, neste momento, dobrar o Cabo das Tormentas era o maior desafio da nação. O rei sabia-o, tal como Bartolomeu Dias.

O dia da partida foi igual a tantos outros naquela zona de Belém do século XV. Muita tristeza misturada com enorme dose de esperança.

Se, por um lado, já se chorava de saudades do que estava para vir, por outro, havia sorrisos de expectativa em regressarem como heróis. Apenas Bartolomeu Dias se mantinha sereno. As histórias do passado não o atemorizavam. Os muitos barcos e vidas perdidos algures no Cabo das Tormentas, onde um gigante Adamastor afundaria as naus, não intimidavam o nosso Bartolomeu Dias. Ele tinha, do seu lado, a força da experiência e o poder fornecido pela crença nas suas capacidades. Estudara a geografia marítima do local durante alguns anos. Preparara-se enquanto comandante e enquanto marinheiro. Faltava, apenas, concretizar o seu sonho: tornar-se famoso honrando a bandeira de Portugal.

O mês de Agosto de 1487 marcou a partida de Lisboa. O dia estava solarengo. As almas dos marinheiros estavam iluminadas, quiçá do sol ou da esperança de um fruto radioso. Em Dezembro, alguns meses após a partida, chegavam à Namíbia. Era o ponto mais a sul que havia sido registado pelos portugueses. A partir daí, apenas o desconhecido imperava.

É então que o tempo deixa de ajudar. Uma violenta tempestade abate-se sobre a expedição marítima. Bartolomeu Dias manteve-se calmo, apesar do temor da sua tripulação. Voltava a pairar o medo de um acidente fatal. Durante treze dias andaram à deriva, procurando a costa, mas não a encontrando. Na verdade, ainda que não o soubessem, andavam bem perto. Passado algum tempo, aproveitando o vento favorável, navegou para nordeste. Sem saber, tinha concretizado um feito histórico, dobrar o Cabo das Tormentas. Porém, apenas viria a aperceber-se do que fizera na viagem de regresso. Ao regresso fora obrigado pela tripulação que, supersticiosa, temia pelo súbito aparecimento do mítico Adamastor. Mas nada disso aconteceu e quando perceberam que haviam cruzado o ponto mais complicado de África, todos se sentiram muito felizes. Lançaram os braços ao Céu, em jeito de agradecimento e alívio da tensão acumulada.

Ao regressarem a Lisboa foram acolhidos como heróis. O rei veio recebê-los pessoalmente e dar-lhes outra boa novidade: a partir daí, em homenagem aos bravos marinheiros, o Cabo chamar-se-ia da Boa Esperança, pois permitiria chegar à Índia por mar.

- Obrigado Bartolomeu. – disse o rei, olhando para o navegador entretanto regressado do alto mar.

- Senhor, apenas cumpri o meu dever.

Tanta humildade encerrava no seu coração.

E tanta vontade de servir o seu país. Assim como de estar junto à água, tal como quando era criança.

Pouco depois, partiu na expedição de Vasco da Gama, que viria a tornar real o Caminho Marítimo para a Índia.

E, em 1500, fez igualmente parte da missão de descoberta do Brasil, liderada por Pedro Álvares Cabral.

Tudo o que se seguiu ao feito principal, ou seja, o agora chamado Cabo da Boa Esperança, foi, para Bartolomeu Dias, apenas um justo acréscimo ao seu currículo de navegador.

Bartolomeu Dias foi a Boa Esperança que necessitávamos para tornar Portugal um importante país de comércio e de navegação marítima. Sem ele, provavelmente, não haveria, hoje em dia, tanto interesse na História dos Descobrimentos Portugueses…

Autor: Pedro Silva

Contacto: ps77@aeiou.pt

Published in: on Abril 12, 2010 at 7:00  Comentários (4)  
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Apresentação do livro Máscara Ibérica vol.II e debate “Rituais com Mascaras”.

Terça-feira, 30 de Março de 2010
Hora:
20:00 – 23:00
Local:
Fnac do Chiado
Descrição:
Apresentação do livro Máscara Ibérica vol.II e debate “Rituais com Mascaras”.

Oradores:

Hélder Ferreira – coordenador e co-autor do livro Máscara Ibérica. vol. II
André Gago – Actor
António Alves – Artesão de máscaras

Published in: on Março 29, 2010 at 21:04  Deixe um Comentário  
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