Autores na Feira do Livro (Sábado 01)

Alguns dos autores que estiveram presentes este Sábado na feira do livro de Lisboa

António Lobo Antunes na praça Leya

Tambem na mesma praça Mário Zambujal

Ainda na mesma praça Richar Zimler

No stand da Saida de Emergência esteve David Soares

Na praça das bibliotecas independentes estiveram Jorge Silva Melo e Hélia Correia

Pela Porto Editora passaram Francisco josé Viégas

Sveva Casati Modignani

Teolinda Gersão

E o Inglês Robert Muchamore

Junto aos standes da Presença estiveram Filipe Faria

e Sandra Carvalho

Feira do Livro – Eventos Para Sabado, Dia 01 de Maio

Alguns eventos previstos para este Sabado na feira do livro de Lisboa.

No stande da Porto Editora a partir das 15:00 estarão presentes os seguintes autores para autografar exemplares das suas obras – Sveva Casati Modignani – Francisco José Viegas – Teolinda Gersão.

No stand da Presença a partir das 15:00 estarão – Filipe Faria – Sandra Carvalho e Luisa Fortes da Cunha.

No stand da Guerra & Paz ás 16:00 estará Edson Atayde

Na Esfera dos Livros ás 16:30 estará Joana Amaral Dias.

Tambem ás 16:00 mas no stand da Saida de Emergência David Soares em sessão de autógrafos.

Na Praça Leya a partir das 16:00 estarão – António Lobo Antunes – Inês Pedrosa – Manuel da Silva Ramos – Patricia Reis e Mafalda Moutinho.

Ás 18:30 no auditório da APEL  José Mário Silva modera um debate sobre os melhores livros do ano.

Ás 19:00 no stand da Relógio de Água Gonçalo M. Tavares estará presente para uma sessão de autógrafos.

David Soares na Feira do Livro

 David Soares vai estar na feira do livro no proximo dia 1 de Maio ás 16:00 para conversar e autografar exemplares d0s seus livros o evangelho do enforcado, a conspiração dos antepassados e lisboa triunfante (no stand das edições Saída de Emergência).

Published in: on Abril 29, 2010 at 7:49  Deixe um Comentário  
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Lançamento – O Evangelho do Enforcado

A Saída de Emergência convida para a apresentação da mais recente obra de David Soares,
“O Evangelho do Enforcado”:

No próximo dia 24 de Fevereiro no fórum da loja FNAC do Centro Comercial Colombo, das 18H30 às 20H00.

A apresentação será realizada pelo Prof. Doutor Manuel J. Gandra, docente da cadeira Cultura Material e Símbolo, na Escola Superior de Design do IADE, e director do Centro Ernesto Soares de Iconografia e Simbólica. Autor de livros sobre simbólica e hermetismo português, como Joaquim de Fiore, Joaquinismo e Esperança Sebástica (Fundação Lusíada, 1999), A Cristofania de Ourique: Mito e Profecia (Fundação Lusíada, 2002), O Projecto Templário e o Evangelho Português (Ésquilo, 2006) e Portugal Sobrenatural (Ésquilo, 2007).

Também contará com as presenças do autor e do editor.

Published in: on Fevereiro 22, 2010 at 16:37  Comentários (1)  
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O Evangelho Do Enforcado

 Enquanto leio A Conspiração Dos Antepassados, dou uma volta pela página do autor e fico a saber que vai ser lançado para as livrarias o novo romance intitulado O Evangelho do Enforcado. O novo livro de David Soares tem a chancela da Saída de Emergência e sairá para as livrarias a 12 de Fevereiro. Em jeito de aperitivo aqui fica uma breve passagem da obra!

«Os viajantes cheiravam Lisboa, antes de lhe pôr a vista em cima: os quatro ventos sopravam para Sintra e Sacavém os cheiros provenientes dos açougues, oficinas de calafates, baiucas dos curtidores e lixeiras que se espraiavam à sombreada do muramento da cidade; as gentes expulsavam das chaminés e janelas abertas das casas um florilégio de fragrâncias, das melíferas, como os eflúvios das enxercas, refogadas com ervas e mel, às malcheirosas, como os pivetes deitados fora com o conteúdo dos penicos. Não era invulgar o vento bater na cara dos transeuntes e enfiar-lhes o cheiro a vinho e caca de porco pelas narinas acima. Um fabuloso odor de “aqui e agora” que ia buscar essências pretéritas, fixadoras dos aromas do presente, para controlar os pensamentos dos lisboetas: o hipocentro da geologia temporal de Lisboa, impressa nas rochas, tijolos e ossos, reverberava sob a forma de lenga-lengas, cantigas estúpidas e orações de esperança. Ninguém, nem sequer um fungo, se dava ao trabalho de aprender alguma coisa com a presença do passado: e a cidade, de quando em quando, dava coices; deitava umas casas abaixo e reorganizava-se – ninguém me usa, clamava, merismática.
Casas de pedra e madeira erguiam-se voltadas para o rio Tejo, tão tortas quanto as próprias elevações sobre as quais se equilibravam; em direcção à linha da água, a pouquíssima distância das muralhas coroadas de líquenes, as ruas estreitas tornavam-se exíguas e a imundície sedimentava-se em estratos graúdos que encapotavam o chão de terra batida. Algumas artérias de maiores dimensões, como a eritematosa Rua Nova, possuíam pavimentos; mesmo assim, se apresentassem uma cota mais elevada, os caminhos calcetados costumavam ser cobertos com areia para que as ferraduras das bestiúnculas não deslizassem nas lajes de pedra».
Published in: on Janeiro 18, 2010 at 20:21  Deixe um Comentário  
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