Diz o povo (e com razão) que quem muitos burros toca, algum há-de deixar para trás. Entre vida profissional, pessoal, novos projectos e trabalhos fotográficos, não sobra tempo para continuar a actualizar este blog. O biblioteca imaginaria não acaba aqui, simplesmente deixará de ser actualizado por manifesta falta de tempo. O blog continuará online e todos os posts poderão ser consultados a qualquer momento por quem o entender. Inevitavelmente vou continuar a falar de literatura, mas agora num outro projecto, http://antoniogois1.blogspot.com, projecto esse que alem dos livros agrega também a fotografia, minha e dos outros. As duas paixões num blog só simplificando assim o trabalho de edição. Cabe aqui uma palavra de agradecimento a leitores, autores, editores e todos os que contribuíram para o engrandecimento deste projecto. O email para sugestões e lançamentos continuará disponível, simplesmente os posts surgirão no outro projecto. Por todas estas razões, não se trata de um adeus mas sim de um até já. Encontramo-nos aqui http://antoniogois1.blogspot.com.
Até já…
Passatempo – Ganhe o livro «Cerromaior» de Manuel da Fonseca
Para se habilitar a ganhar este livro só tem que responder a duas perguntas neste blog antoniogois1.blogspot.com
Novo livro de Rui Zink – O amante é sempre o ultimo a saber
Extracto do novo livro de Rui Zink « O amante é sempre o ultimo a saber» a sair em Setembro editado pela Planeta.
(…) Yukio para Bernardo:
“Nadu, lembras-te de algum sonho de quando eras pequeno?”
“Porque me estás a perguntar isso?”
“Os amigos não podem fazer perguntas destas?”
“Acho que sim.”
“Então…”
“Lembro-me de um.”
“Não queres contar, Nadu?”
“Era estranho. Eu devia ter para aí uns cinco ou seis anos.”
“Óptima idade para ter sonhos maus.”
“Desculpa?”
“Nada, Nadu, estava a falar comigo mesmo.”
“Eu…”
“Continua, por favor.”
“Eu brincava no escritório da minha mãe com um carrinho, em cima do tapete. Era como um quadro. O quarto, eu sentado a brincar, com o carrinho.”
“Só isso?”
“E estava muito sereno. Depois, sem pré-aviso, alguém começava a riscar o quadro, com força. Como um enxame negro avançando do canto para o centro do quadro.”
“E como sabias tu isso?”
“Esse é que era o problema. Eu era dois. Eu era o menino a brincar, sem se dar conta do perigo iminente. E eu era também a pessoa que estava de fora, a assistir, sem poder fazer nada, à tragédia anunciada.”
“Tragédia?”
“Porque dentro em pouco o quadro estaria todo riscado. Não haveria mais quarto, apenas um enxame violento, mecânico, que cobriria tudo.”
“Percebo.”
“A minha angústia era essa. Mesmo já com metade do quadro a negro, o enxame ou o lápis a chegarem já aos meus tornozelos, eu continuava a não me dar conta de nada. Impávido e sereno.”
“O horror à tua volta…”
“E eu impávido e sereno.”
(…)
Lançamentos Civilização – Julho 2011
Uma Questão de Atração – David Nicholls [AUTOR DO BESTSELLER UM DIA]
SINOPSE: Brian Jackson, estudante universitário, chegou à faculdade com um desejo mais forte do que o da aquisição de conhecimentos: ser uma estrela do concurso mais famoso da TV. Mas o seu avanço no Desafio Universitário é de certo modo travado pela sua atração crescente pela sedutora Alice Harbinson, que luta para deixar a sua marca como atriz. E, à medida que os obstáculos impedem a sua relação, Brian fica cada vez mais convencido de que só um sucesso esmagador no concurso o fará conquistá-la.
PÁGINAS: 400 | TRADUÇÃO: Ana Baer | CAPA MOLE | PVP: 17,90 €
A Ponte Invisível – Julie Orringer [NOMEADA PARA O ORANGE BOOKER PRIZE 2011]
SINOPSE: Paris, 1937. Andras Lévi, estudante de arquitetura, chega de Budapeste com uma bolsa de estudo, uma única mala e uma carta misteriosa que prometeu entregar a Claire Morgenstern, uma jovem viúva que vive na cidade. Quando Andras conhece Claire, fica preso na sua vida secreta e extraordinária. Ao mesmo tempo, a tragédia começa a assolar a Europa, colocando-os num estado de terrível incerteza. De uma remota aldeia húngara às óperas grandiosas de Budapeste e Paris, do desespero do inverno nos Cárpatos a uma vida inimaginável em campos de trabalhos forçados, A Ponte Invisível narra a história de um casamento que sobrevive ao desastre e de uma família ameaçada de aniquilação e unida pelo amor e pela história.
PÁGINAS: 800 | TRADUÇÃO: Maria Beatriz Sequeira | CAPA MOLE | PVP: 24,90 €
Madame Hemingway – Paula McLain
SINOPSE: Uma história de ambição e traição profundamente evocativa, Madame Hemingway retrata uma época notável e a relação amorosa entre duas pessoas inesquecíveis: Ernest Hemingway e a sua mulher Hadley.
Chicago, 1920: Hadley Richardson é uma jovem discreta de vinte e oito anos que quase perdeu a esperança de encontrar o amor e a felicidade. Até que conhece Ernest Hemingway. Depois de um namoro breve e de um casamento repentino, o casal parte para Paris, onde se junta a um grupo de enérgicos e voláteis expatriados, que inclui F. Scott Fitzgerald e a sua esposa, Zelda e, Ezra Pound. Ernest e Hadley são lançados numa vida de ambição artística, bebida e viagens intempestivas a Pamplona, à Riviera e aos Alpes Suíços. Mas a Paris da era do jazz não combina com vida familiar e fidelidade. […]
PÁGINAS: 384 | TRADUÇÃO: Maria João de Andrade | CAPA MOLE | PVP: 17,90 €
Gonçalo M. Tavares vence Grande Prémio da Associação Portuguesa de Escritores
“Uma Viagem à Índia”, editado pela Caminho, valeu a Gonçalo M. Tavares o Grande Prémio de Romance e Novela atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), em conjunto com o Ministério da Cultura (MC).Novidades Chiado Editora para Julho
Título: A Última Carta que te Deixei
Autora: Vera Sousa
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Romance
Páginas: 163
PVP: 12€
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Título: facebock cem erros
Autora: Umbertto
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Actualidade
Páginas: 263
PVP:15€
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Título: Os Filhos não são Maus
Autor: Carlos Santos Oliveira
Colecção: Viagens na Ficção
Género: Ficção
Páginas: 170
PVP: 12€
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Título: 13 Ideias Politicamente Incorrectas sobre Droga
Autor: Hernâni Carqueja
Colecção: Viagem Filosófica
Género: Actualidade
Páginas: 71
PVP:12€
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Título: Um, Dois, Três! Queres que te conte outra vez?
Autor: Ana Pontes
Colecção: Literatura Juvenil
Género: Contos
Páginas:57
PVP: 9€
Novo romance de Jacinto Lucas Pires
O terceiro romance do escritor, músico e dramaturgo Jacinto Lucas Pires conta a história de uma personagem grotesca, o ator Américo Abril, confuso com os diversos papéis que desempenha na vida — pai cansado, artista sem inspiração, marido pisado e amante infeliz — e no cinema — onde encarna Paul Giamatti, o seu alter-ego.
Em pano de fundo (em sintonia intrigante com o momento actual), Portugal em estado de alerta: “Não há nem um gesto, a mínima sugestão de violência. Só o peso da multidão portuguesa, de braços para baixo, corajosos ombros contra as portadas constitucionais. Nem uma palavra mais dura sequer, apenas uns milhares, um milhão, de almas usando o peso da maneira mais sóbria. Ombros, testas, coxas, imaginem. Começa.” Numa escrita cinematográfica, Jacinto Lucas Pires volta a afirmar-se como uma das vozes mais bem articuladas da sua geração.
Novo Livro de Júlio Magalhães
«Por Ti Resistirei», editado pela Esfera dos Livros, é o novo livro do também jornalista Júlio Magalhães.
«Carlos e Nicole conheceram-se nas ruas de Paris. As tropas alemãs avançavam em passo forte e determinado, mas todos acreditavam que a capital francesa estava a salvo da loucura de Adolf Hitler. Enganavam-se. Em poucas semanas, as tropas nazis estavam às portas de Paris e milhares de refugiados procuravam salvação. Nicole encontrou-a em Bordéus pelas mãos do embaixador Aristides de Sousa Mendes que lhe entregou um visto para chegar até Portugal, onde finalmente cairia nos braços do seu amado. Longe da guerra, longe do perigo, longe do estigma de ser judia, seria finalmente feliz. Mas há preconceitos que são difíceis de quebrar e mais uma vez os dois amantes são obrigados a seguir caminhos diferentes. Carlos fica em Lisboa, entre os negócios do pai, um homem influente na sociedade salazarista e a doença da mãe. Nicole parte para Londres, uma cidade que vive dias dramáticos sob a ameaça de ser bombardeada pela aviação alemã. Participa no esforço de guerra da melhor forma que sabe, vestindo a farda de enfermeira, pondo em risco a sua vida para ajudar os outros. Na esperança de conseguir esquecer Carlos. Contudo no meio dos escombros da Segunda Guerra Mundial há um amor capaz de resistir a tudo»
Escritor irlandês Colum McCann vence Prémio IMPAC 2011
O escritor irlandês Colum McCann ganhou o Prémio IMPAC, o prestigiado galardão literário que atribui ao autor 100 mil euros, a mais alta quantia entregue num prémio deste género, com a obra “Deixa o Grande Mundo Girar”, editado em Portugal pela Civilização Editora.
O escritor irlandês, radicado em Nova Iorque, já em 2009 tinha sido distinguido, graças à mesma obra, com o Prémio National Book Award 2009, uma das distinções literárias mais importantes.
“Deixa o Grande Mundo Girar”, um retrato épico de Nova Iorque, baseia-se num momento verídico da vida do francês Philippe Petit, que, numa madrugada do final do Verão de 1974, suspenso a quatrocentos metros do chão, atravessa as Torres Gémeas, deixando os habitantes de Manhattan incrédulos.
Para o júri, que contou com a colaboração do escritor irlandês John Boyne e do poeta e tradutor alemão Michael Hofmann, “Deixa o Grande Mundo Girar” é “um trabalho literário notável, um romance genuinamente do século XXI que fala do seu tempo, mas não é escravizado por ele”.
“A sua natureza fascinante cria no leitor uma incerteza tão grande como aquela que nós sentimos nas nossas vidas, e é aí que está o poder da ficção e deste livro em particular”, pode-se ler no comunicado do júri.
O prémio, patrocinado pela empresa farmacêutica norte-americana IMPAC e organizado pela rede de bibliotecas e a câmara de Dublin, capital da Irlanda, distingue anualmente um romance publicado em língua inglesa. Na edição deste ano, o júri escolheu a obra de Colum McCann, entre as 162 nomeadas, deixando para trás os escritores também irlandeses William Trevor e Colm Tóibín, o autraliano David Malouf e os norte-americanos Joyce Carol Oates e Barbara Kingsolver.
“É uma honra e maravilhoso ter um vencedor de Dublin no ano em que Dublin venceu a designação de Cidade da Literatura da Unesco”, disse ao “The Guardian” o responsável pelo prémio, Gerry Breen.
Colum McCann, escritor e professor, nasceu em Dublin em 1965. É autor de bestsellerspublicados em trinta línguas e ganhou vários prémios literários internacionais como o Rooney Prize, o Ireland Fund of Monaco Princess Grace Memorial Award, um Pushcart Prize e o Esquire magazine’s Writer of the Year award. Ao longo da sua carreira tem escrito para reputadas publicações como a “New Yorker”, a “New York Times Magazine” e a “Paris Review”.
Em Portugal está também publicado pela Civilização Editora “Deste Lado da Luz”.
Gonçalo M Tavares traduzido na Coreia do Sul
A primeira tradução de Gonçalo M Tavares em coreano vai ser lançada na quarta-feira, na abertura da Feira Internacional do Livro de Seul, disse hoje à agencia Lusa um porta-voz da editora.
Trata-se do romance «Jerusalém», de 2004, traduzido a partir da versão espanhola e que o tradutor, Jiyoung Eom, considera «genial».
Gonçalo M Tavares «vai ser um dos melhores escritores do mundo e superar Saramago», disse Jiyoung Eom à agência Lusa.
Passatempo – Ganhe o livro «Para sempre» de Vergílio Ferreira
Para se habilitar a ganhar este exemplar só tem que responder a uma pergunta neste blog.
A INFANTA REBELDE, de Raquel Ochoa
Uma mulher única com um sonho maior. D. Maria de Adelaide de Bragança, Infanta de Portugal, sobreviveu a duas guerras mundiais, combateu o nazismo e o comunismo, escapou à pena de morte e à deportação para a Sibéria. Uma história singular de dedicação aos outros. Próxima semana nas livrarias
Sobre o Livro
Neta de D. Miguel I e última filha de D. Miguel II, Maria Adelaide de Bragança, Infanta de Portugal, nasceu em Janeiro de 1912.
Desde muito cedo, foi testemunha de um mundo em transformação. Assistiu à queda de impérios, viveu por dentro duas guerras mundiais e participou activamente na resistência contra os nazis. Por duas vezes esteve presa e em ambas foi condenada à morte. A intervenção directa de Salazar numa delas e um desenlace surpreendente noutra permitiram que continuasse a sua luta.
Ao chegar a Portugal, já casada, com o seu estilo sincero, directo e inconformado, continuou a defender as ideias em que acreditava, no auxílio aos mais desfavorecidos, desagradando a uma sociedade que considerava a sua actuação pouco adequada a uma pessoa da sua condição.
A Infanta Rebelde mostra-nos a vida de uma figura absolutamente ímpar na História Contemporânea de Portugal, mas, acima de tudo, o retrato de uma mulher que teve a coragem de ultrapassar todos os obstáculos e lutar pelo ideal que dava sentido à sua vida – tornar a sociedade, tal como a sua natureza, mais justa e benévola. Um extraordinário testemunho de humanismo e coragem
Prefácio Dom Duarte, Duque de Bragança
Sobre a Autora
Raquel Ochoa nasceu em 1980, em Lisboa. Na sequência de uma viagem de vários meses pela América Central e do Sul, editou O Vento dos Outros, em 2008. No mesmo ano publicou Bana – uma Vida a Cantar Cabo Verde, a biografia de um mais populares músicos africanos.
Em 2009 venceu o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, com o romance A Casa-Comboio, a saga de uma família indo-portuguesa ao longo de quatro gerações.
A Infanta Rebelde é a sua primeira obra publicada pela Oficina do Livro.
Livro inédito de Conan Doyle publicado em Novembro
A Biblioteca Nacional do Reino Unido vai publicar em Novembro o primeiro romance do autor inglês Arthur Conan Doyle, «The narrative of John Smith» (A narrativa de John Smith, em livre tradução).
Doyle, criador do famoso detective Sherlock Holmes, elaborou o manuscrito aos 23 anos, mas, por obra do destino, nunca chegou a publicar o livro.
Segundo o jornal The Guardian, o escritor enviou o romance, escrito entre 1883 e 1884, a um editor britânico, mas o documento foi perdido pelos correios, o que levou Doyle a reescrevê-lo de memória tempos depois.
Os seis capítulos que redigiu, e que até agora estiveram com os seus herdeiros e depois nos arquivos da Biblioteca britânica, são os que agora serão publicados, para o deleite dos admiradores de Conan Doyle.
«The Narrative of John Smith» conta a história de um cinquentão doente que vive confinado ao seu quarto, a partir de onde opina sobre religião, literatura, guerra a todos que queiram escutá-lo.
Ao longo do livro, escrito pouco antes do que até agora era considerado o seu primeiro romance, «Um Estudo em Escarlate», recebe a visita de várias pessoas, de generais aposentados a padres.
Rachel Foss, da Biblioteca britânica, encarregada pelos manuscritos literários modernos dessa instituição, explica que a publicação do romance inédito, de 150 páginas, demonstra a evolução literária de Doyle.
Para a especialista, «The narrative of John Smith» perde-se às vezes «em termos de trama e personagens», mas o interessante é que «dá algumas pistas sobre as futuras histórias de Sherlock Holmes».
«Revela de forma fascinante os primeiros passos no desenvolvimento de Conan Doyle como escritor, o seu período de aprendizagem. Representa a sua primeira tentativa de fazer a transição de um autor de histórias curtas para um romancista».
Novo livro de Afonso Cruz chega esta semana às livrarias
A Editorial Caminho lança esta semana «O Pintor Debaixo do Lava-Loiças», novo livro de Afonso Cruz. A história é baseada num episódio real (passado com os avós do autor), de um pintor eslovaco que nasceu no final do século XIX, no império Austro-Húngaro, que emigrou para os EUA e voltou a Bratislava e que, por causa do nazismo, teve de fugir para debaixo de um lava-loiças.
Afonso Cruz nasceu em 1971 na Figueira da Foz e é escritor, ilustrador, músico e cineasta.
É autor dos livros «A Carne de Deus», «Enciclopédia da Estória Universal» (Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco 2010), «Os Livros Que Devoraram o Meu Pai» (Prémio Literário Maria Rosa Colaço 2009), «A Contradição Humana» (Prémio Autores 2011 SPA/RTP; selecção White Ravens 2011; Menção Especial do Prémio Nacional de Ilustração 2011) e «A Boneca de Kokoschka».
Lobo Antunes candidato ao Prémio Príncipe das Astúrias
O escritor português António Lobo Antunes é um dos 32 candidatos de 25 nacionalidades diferentes a vencedor do Prémio Príncipe das Astúrias das Letras 2011, que é escolhido na quarta-feira.
Segundo a agência de notícias espanhola EFE, Lobo Antunes, que já foi anteriormente apontado como possível vencedor, surge ao lado de nomes como o escritor chinês Yan Lianke, o norte-americano John Ashberry e o chileno Nicanor Parra.
O júri, que inicia as deliberações terça-feira em Oviedo, é composto por escritores como Andrés Amorós, Juan José Armas Marcelo, Fernando Sánchez Dragó y Berta Piñán e pela diretora do Instituto Cervantes, Cármen Cafarell.
Lusa
«Os Anos» de Virgínia Wollf
Conheça o Livro da Semana** da Editorial Presença.
Sinopse: Considerado por alguns críticos o romance onde Virginia Woolf alcança todo o seu potencial artístico, Os Anos acompanha os vários membros da família Pargiter desde 1880 até meados da década de 30 do século passado – e, nesse sentido, pode ser lido como uma saga familiar. Mas Os Anos é também uma profunda reflexão sobre a natureza do tempo, e sobre a memória que o evoca e modifica. A prosa de Virginia Woolf, sempre lírica e plena de impressões sensoriais, traz assim à vida um mundo interior frequentemente intangível mas que aqui emerge para reclamar toda a intensidade e complexidade que o caracterizam.
Escritor americano ‘ressuscita’ James Bond
Os fãs de James Bond têm razões para estar contentes: o escritor de policiais Jeffery Deaver acaba de escrever um romance em que o espião britânico mais famoso de sempre regressa à acção. Chama-se ‘Carte Blanche’ no original (literalmente ‘Carta Branca’) e é a segunda vez que James Bond é ‘ressuscitado’ depois da morte do seu criador, Ian Fleming.
Em 2008, Sebastian Faulks decidiu fazer reviver o espião britânico no livro ‘Devil May Care’, obra com que celebrou o centenário de nascimento de Fleming.
Agora, foi a vez de Jeffery Deaver se deixar inspirar pelo agente secreto que já apaixonou várias gerações de leitores e de amantes de cinema.
Editora portuense lança obra de Darwin em português
A editora Planeta Vivo lançou-se no desafio de publicar a obra completa de Charles Darwin em português, que pela primeira vez é traduzida na íntegra para uma língua, sendo um projeto para dez anos à velocidade de dois livros por ano.
«É a primeira vez que a obra integral de Charles Darwin é traduzida para uma língua», afirmou à Lusa o fundador da Planeta Vivo, acrescentando que «à velocidade de dois livros por ano, é um projeto para dez anos».
Em declarações à Lusa, Nuno Gomes admitiu que «traduzir e editar toda a biografia de Charles Darwin, que são 20 obras, todas elas muito extensas, é um projeto de doidos», uma ousadia que mereceu a atenção da Universidade de Cambridge que vai disponibilizar online, na página oficial de Darwin, as publicações da Planeta Vivo.
Lusa
Lançamento de «Crime e Castigo», de Pedro Almeida Vieira
No próximo dia 3 de Junho, sexta-feira, será o lançamento oficial do livrEditaro de Pedro Almeida Vieira «Crime e Castigo no País dos Brandos Costumes», que se realizará na FNAC do Chiado (Lisboa) a partir das 19:30 horas. A apresentação estará a cargo do Dr. Laborinho Lúcio e do escritor Rui Cardoso Martins.
Lídia Jorge participa no Clube de Leitores Bulhosa
A escritora Lídia Jorge participa no Clube de Leitores da Bulhosa books & living Entrecampos esta quinta-feira, 26 de Maio, às 18h00. A sessão vai ser moderada por Paula Reis.
Quatro autores portugueses e um angolano disputam prémio PT
Quatro autores portugueses e um angolano continuam na disputa pelo prémio Portugal Telecom de Literatura que chegou à segunda fase com a lista dos 50 finalistas divulgadas esta noite no Rio de Janeiro.
As obras de portugueses que permanecem na corrida são «Uma Viagem à Índia», de Gonçalo M. Tavares, «Os íntimos», de Inês Pedrosa, «As Três Vidas», de João Tordo e «Neo-Poemas-Pagão», de Ernesto Melo e Castro.
«Milagrário Pessoal», do angolano José Eduardo Agualusa, também foi uma das obras escolhidas pelo júri, formado por 311 profissionais ligados à literatura, entre escritores, críticos literários e professores.
Lançamento “Aqui entre nós” de Júlio Machado Vaz
26 Maio l 18.30h - Biblioteca do Museu de Serralves (Porto)
Do quotidiano aos amores, da política ao futebol, da medicina à religião, nada escapa ao olhar atento do autor, distinguindo-se pela qualidade literária e pela importância dos temas de debate, havendo pequenas ficções que nos deixam à espera do romance que se segue.
Aqui Entre Nós dá-nos a ler trechos de pura poesia, mas também sinais de paixões felizes ou desiludidas. Podemos ler opiniões que são mais lúcidas, lendo o mundo invisível do “medo que não passa de uma dolorosa celebração da vida”.
Branquinho da Fonseca «Rio Turvo» Ganhe este livro
Quer habilitar-se a ganhar o livro Rio Turvo, de Branquinho da Fonseca?
Só tem que responder a uma pergunta aqui antoniogois1.blogspot.com
Amazon vende mais livros digitais que impressos
O crescente consumo de livros digitais já está a mostrar sinais no mercado editorial. Prova disso é que a Amazon.com, empresa de comércio electrónico americana, anunciou esta quinta-feira que a venda de e-books (livros electrónicos) já superou a de exemplares impressos (capa dura ou brochura).Mário de Carvalho – Contos Vagabundos – Ganhe este livro
Quer ganhar o livro Contos Vagabundos, de Mário de Carvalho? Habilite-se aqui antoniogois1.blogspot.com
Prémio Internacional Booker para Philip Roth
O escritor norte-americano Philip Roth, distinguido esta quarta-feira com o Prémio Internacional Booker, espera que o galardão sirva para divulgar a sua obra a mais leitores que ainda não estão familiarizados com a sua obra.Um dos prazeres que tenho tido como escritor é ver que o meu trabalho é lido em todo internacionalmente apesar das angústias que as traduções causam”, afirmou o escritor numa declaração divulgada.
A. M. Pires de Cabral vence prémio conto APE
O escritor A. M. Pires de Cabral venceu o Grande Prémio de Conto, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), com a obra «O Porco de Erimanto», anunciou hoje a organização.
A «diversidade dos registos linguísticos» e o «trabalho de apuro estilístico do texto» foram duas das razões que levaram o júri a atribuir o prémio ao escritor por esta coletânea de contos publicada pela Cotovia.
O júri foi constituído por Afonso Cruz, José António Gomes e Serafina Martins, com a coordenação de Fernando Miguel Bernardes.


































